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    Período Interbíblico


    De Malaquias a Mateus, encontramos um silêncio divino de quatro século.
     Nesse período, chamado de “Período Interbíblico”,(por se localizar entre os dois testamentos), Deus esteve preparando o mundo para o nascimento de seu filho e  para o advento do cristianismo.
     Deus preparou o mundo em vários aspectos para a vinda de Jesus, cada povo, no seu tempo, pela providência divina, criou as condições da sociedade em que o cristianismo apareceu realizando as suas primeiras conquistas.

    O Povo Babilônico:
    Os povos babilônicos levaram o povo de Deus para o cativeiro e lhe deram lições jamais esquecidas.

    O Povo Pérsico:
    Os persas fizeram-lhe  retornar a Jerusalém. Edificando o templo e restaurando o ensino da Lei.

    O Povo Grego:
    Os gregos influenciaram intelectualmente o mundo, com um idioma universal, o “KOINÉ”.

    Os Judeus.
    Os judeus contribuíram com a preservação do Antigo Testamento e a esperança messiânica, principalmente depois do cativeiro.
    Este período de 400 anos é considerado de “silêncio”, porque neste período Deus deixou de falar pelos profetas, pela palavra escrita, pois nenhum livro inspirado apareceu neste período, porém Deus preparou o mundo para que Cristo nascesse. Este período, foi profetizado por Daniel em seu cap. 11 a 12, 4. O local destes acontecimentos foi na Palestina e os principais acontecimentos foram:
    O período Medo-persa;
    O período Greco-Macedônio;
    O período Macabeu;
    O período romano; e
    A literatura apócrifa.

    O Período Medo-Persa
    Após Neemias e Malaquias, a Palestina continuou sob o domínio persas por mais 100 anos. O centro do império Persa ficava onde hoje é o “Irã”. Suas capitais forma a Babilônia e depois Susa, que foi construída por Cambises. Embora em cativeiro, o povo de Deus obteve os seguintes sucessos:
    Influência espiritual sobre Nabucodonozor e os babilônicos;
    Idolatria destruída;
    A lei de Moisés respeitada;
    Inauguração do Culto Público;
    Reverdecimento da esperança messiânica;
    Nacionalismo pronunciado.
    No períodointerbíblico, os persas só dominaram o mundo por cerca de 100 anos. Dário Condômano III, foi derrotado por Alexandre Magno da Grécia na famosa batalha de Arbela.

    O Período Greco-Macedônico:
    Alexandre Magno, com a idade de 20 anos, assumiu o comando do exército grego e, à maneira de meteoro, investiu para o Oriente, sobre as terras que investiram sob o domínio do Egito, Assíria, Babilônia e Persa.
    No ano 331 a C., o mundo inteiro jazia aos seus pés. Invadindo a Palestina, em 332 a. C., mostrou muita consideração pelos judeus., poupando Jerusalém. E oferecendo-lhes imunidade para se estabelecerem em Alexandria.  No ano 323 a. C. Alexandre morre aos 33 anos de idade. Após sua morte, seu império foi dividido entre 4 famosos generais.

    Período Macabeu
    Matias foi um sacerdote de grande coragem e patriotismo. Furioso com a tentativa de Antíoco Epifanes, reuniu um bando de leias compatriotas e levantou a bandeira da revolta. Possuía cinco filhos heróis e guerreiros: Judas, Jônatas, Simão, João e Eleazar. Depois da morte de Matias, , Judas seu filho, assumiu o seu lugar. Guerreiro de admirável gênio militar, reconquistou Jerusalém no ano 165 a. C., purificou e reedificou o Templo. Daí a origem da festa da dedicação. Apesar da inferioridade militar conseguiram grandes conquistas.

    Período Romano:
    A Palestina foi conquistada pelos romanos no ano 63 a. C sob as ordens de Pompeu. Antípator foi designado governador da Judéia.  Sucedeu-lhe seu filho Herodes, o Grande que foi rei da Judéia em 34 a 4 a. C. A Bíblia fala de sete Herodes.

    Literatura Apócrifa:
    Chamamos de Apócrifos ( que significa ocultos, falsos em autenticidade), os escritos produzidos no período Interbíblico. No silêncio da voz divina, multiplicaram-se as palavras  humanas. Há ainda outros livros espúrios, tanto no V. T. como no N. T., chamados de Pseudoepigráficos, ex.: Enoque, os 12 Patriarca, Moisés, Apocalipse de Paulo, etc. A denominação “apócrifos”, se dá comumente aos 14 escritos contidos em algumas Bíblias de Edição Romana, misturados entre os livros do Antigo Testamento.
    “Porque de ser apócrifos”
    1- Porque foram escritos depois de haver cessado a inspiração divina. 
    2- Porque os judeus jamais os reconheceram como Escrituras.
    3-Porque a Igreja primitiva jamais os reconheceu como inspirados.
    4-Porque foram inseridos na Bíblia quando se fez a tradução para o grego chamada Septuaginta.
    5- Da Septuaginta, foi levada para ao latim e do latim para a Vulgata.
    Porque Jerônimo, tradutor da Vulgata não concordou em inserí-los, mas o fez obrigado.
    6- Porque a Igreja Romana, para combater os protestantes, declarou-os canônicos 11 dos 14 apócrifos.
    7- A Igreja Romana denomina de Protocanônicos os que chamamos de canônicos, e de Deuterocanônicos os que chamamos de apócrifos e de Pseudoepigráficos os que chamamos de apócrifos.
    Dos 14 livros apócrifos, a Igreja Católica aceita 11 como sendo: 7 livros, 4 apêndice, os quais são: Os livros –Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, I Macabeu e II Macabeu.
     Os apêndices são: Ester, Cânticos dos três dantos filhos, História de Suzana,  e Bel e o Dragão. E três foram rejeitados: III Esdras, IV. Esdras e a Oração de Manassés.

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